Em primeiro lugar é preciso dar destaque ao figurino... sexy e elegante... quase sem pano, mas estupidamente vestida. A direção de fotografia também foi inteligente, valorizando a cantora e sua vestimenta nos enquadramentos sem deixar apelativo.
Provavelmente seu fashion design deve ter tipo um pouco de inspiração na tempestade, dos X-Men, mas fazendo uma composição mais dark e madura do que aquilo que a personagem da Marvel usa.
A coreografia é outro ponto de destaque desta produção. Uma coreografia contemporânea que ficou muito bem localizada dentro deste cenário vazio repleto de raios. A coreografia dialoga bem com o figurino e a performance da Jessie, tanto em termos de dança como em termos cênicos, está maravilhosa.
A coreografia utiliza muito bem os três níveis (chão, em pé e aéreos), crescendo e diminuindo tanto de velocidade de movimentos quanto de níveis juntamente com a música.
Em termos de composição visual, o carro antigo figurou muito bem na locação, trazendo uma fonte de luz mais 'natural' para dentro do clipe do que um simples spot de luz. Com isso o cenário fica mais orgânico e a produção ganha pontos.
Criatividade é uma coisa que tem de sobra na produção audiovisual do One Direction. Os videoclipes deles realmente são diferenciados e com certeza isso também contribui para eles serem tão aclamados pelas pessoas mais conectadas.
O clipe da vez é Story Of My Life, uma produção de pouco mais de quatro minutos que você nem sente passar. Quando termina você estranha: "ué, mas já acabou?"
A filmagem começa com um processo químico de revelação e, sinceramente, o clipe não parece prometer muito. até que as histórias das fotos começam a ser contadas... e atualizadas. São imagens deles, antigas e atuais... e é muito curioso ver e ter acesso a este compartilhamento deles quanto a sua história. Eram tão fofinhos quando crianças!
Além disso, é interessante ver como eles têm amadurecido... tanto em termos de voz, usando tons mais graves, quanto em termos de aparência mesmo... os meninos das fotos são, obviamente, mais jovens... mas também eles aparentagem muito mais jovialidade há pouquíssimo tempo atrás. Eles estão ficando homens interessantes!
Você já imaginou um integrante de boyband com uma barba enorme? Pois esta é a primeira imagem que vemos neste clipe.
O clipe é muito simples e, basicamente, mostra os integrantes da banda cantando sobre um fundo negro, com dois deles sem camisa e um deles de camiseta, que tá um tesão.
Apesar da simplicidade, o clipe está muito bonito, graças ao excelente trabalho de iluminação e, obviamente, ao corpo dos rapazes. Mas o legal deste clipe ter sido tão simples é que ele acaba valorizando mais a música. A música é muito boa e você se sente satisfeito ao ver um clipe em que ela está mais em evidência do que as cenas apresentadas.
Em um ritmo swingueira, R10 e Edcity lançam Vai Na Fé, música de autoria do próprio jogador do galo.
Quando pendurar as chuteiras, Ronaldinho pretende levantar o microfone, e já está começando a fazer esta transição nesta parceria com o Ed. E aliais, está começando bem, porque a música é muito contagiante.
Ela agrada, principalmente, a quem gosta de pagode e de funk. E como no Brasil o público para estes dois ritmos é enorme, se a canção tiver o devido investimento em marketing da gravadora, o sucesso já está feito.
A proposta para Cambio de Piel foi a de Marc fazer um clipe muito sensual, o que funcionou nas duas versões em que ele está lançando o clipe, na versão salsa e na versão pop. Mas a versão salsa supera e muito a versão pop, justamente pela variável sensualidade.
Mas apesar da versão pop ser mais sensual, ela tem um pecado mortal, que é a da modelo não saber dançar. A modelo é linda, mas ter a mínima noção de como se dança salsa deveria ser um pré requisito para a escolha da modelo. Ela não precisaria ser uma expert no assunto, apenas se ela apenas se sentisse confortável dançando este ritmo já estaria de bom tamanho. Na versão pop não se percebe esta falha, então a modelo se encaixa perfeitamente bem nela.
Nunca me Acuerdo de Olvidarte é o nome do novo single da Shaki que, em parceria com a Rihanna, vira Can't Remember to Forget You.
Como o título sugere, quando Shakira a canta solo é uma versão em espanhol, e a música é muito, muito legal. Mas já quando canta com a Rihanna, a música é toda em inglês, mas a tirar pelas partes que a própria Shaki canta, esta canção em inglês não soa tão boa quanto em espanhol. Na verdade, a música em inglês fica melhor na voz da Ri-ri do que na da Shaki, mas em espanhol a voz da Shaki tem toda aquela magia que a eternizou como ícone latino.
Para quem não gosta de autotunes, nem vale a pena ouvir a canção da Britoca. A música começa lenta, e vai ganhando animação, até se tornar um eletro bem frenético. A música é muito boa, mas o exagero no autotunes vai desagradar muita gente.
Em Rap God, Eminem volta à época em que teve maior sucesso, a década de 1990. No clipe o vemos de terno, em um fundo colorido de formas geométricas fazendo seu rap inacabável nesta canção. O clipe tem todo um visual retro-futurista, ainda com televisões de tubo e imagens de Bill Clinton. Aliais, o ex-presidente é citado na música, no caso do escândalo que o afastou do poder.
Outra questão polêmica que tem no clipe é em relação aos homossexuais. Em um dado momento da música o rapper diz que quebraria uma mesa nas costas de um casal de viadinho. Mas o foco da música não parece ser esse, na verdade, ele parece ter feito o rap para alguém, alguém que ele considera gay.
Em outra parte do rap ele pega ainda mais pesado, falando que a pessoa é um "gayzinho com aparência de garoto. Tão gay, mal consigo dizer, com um tom sério, 'aparência de garoto'".
Nos últimos versos, Eminem justifica o título da múisca Rap God (Deus do Rap): "Ser um rei? Acho que não. Porque ser um rei quando você pode ser um Deus?"
A música estreou na sétima posição no Hot 100 da Billboard, e, mesmo caindo para décima sétima na época do lançamento do disco, ajudou o cantor a se tornar o primeiro artista desde os Beatles, em 1964, a ter quatro canções ao mesmo tempo entre as 20 primeiras da parada. As outras três foram “The monster”, em terceiro, “Berzeck”, em décimo quinto, e “Survival”, em décimo sexto.
Olha só, quem diria que Miley Cyrus como rapper mandaria melhor do que a Nicky Minaj? Pois é, na música do Will, Feelin' Myself, Miley mostra versatilidade e personalidade ao fazer a parceria não como vocal, mas como rapper mesmo!
Miley agrega muito ao clipe, tanto em termos de voz, na parte musical, como visualmente, dando um descanço aos olhos de tanto macho feio que aparece na tela.
Visualmente, o clipe segue o padrão do Will de ser recheado de tecnologia, mas tirando uns efeitos visuais interessantes, o clipe é visualmente pobre por conta dos cenários, que são todos virtuais. Falta materialidade no clipe e as pessoas pessoas nem interagem, o que pode-se imaginar que elas nem se encontram para gravar o material, cada uma o fazendo no seu estúdio mais próximo.
O clipe trás duas propostas de cenários, uma do oeste dos EUA e outra de um cenário pardisíaco de praia, provavelmente de uma das ilhas do caribe. Mas além dos cenários, os figurinos chamam a atenção.
Ke$ha aparece primeiro, sempre com pouco tecido e muita pele, sempre sensualizando e, por vezes, assumindo posturas que fazem lembrar a Shakira. Mas a Ke$ha não tenta imitar a colombiana no clipe, ela tem muita personalidade e expressa isso bem nesta produção.
Já o Pitbull continua seu trabalho de desvencilhar-se do seu já tradicional terno, grava e óculos pretos. Apesar do cenário paradisíaco, o cubano aparece sempre de terno e roupa social. Mas desta vez ele faz outras opções no campo das cores, com azul, branco e até um terno rosa choque. Vale salientar que ele chega até mesmo a entrar na água de terno, o que mostra como esta questão da imagem é forte para o produtor.
Como já havíamos dito, a música é uma canção de amor à Selena Gomez. E o clipe termina de uma forma que vai fazer a Sel morrer de ciúmes se ela ainda sentir alguma coisa por ele.
Quanto a escolha da modelo, Justin desta vez não optou por alguém como a Gomez, como já estávamos acostumados a ver, mas sim por alguém que parece uma versão feminina dele mesmoe que de uma forma que lembra a Rihanna, uma das pessoas pela qual ele é fã.
E por falar em fanatismo, o clipe lembra muito as produções do Usher, outra grande referência para Justin, só que sem os passinhos de dança tradicionais do Usher.
Quem não acompanha as transformações que Justin vem fazendo em seu corpo, pode estranhar o cara estar com o braço praticamente coberto de tatuagem. Sua postura também está bem mais bad boy, na verdade, parecendo aqueles machões meio brutos, o que também pode chocar quem ainda tem na cabeça aquele garotinho de Baby. Em All That Matters não existe nem uma cena em que Justin lembre aquele garotinho de antigamente, agora ele já aparece como homem.
O mais recente videoclipe de Britney Spears conta a história de uma mulher que é traída por seu homem. Este é um roteiro comum no mundo do entretenimento, e geralmente o caminho seguido é o da superação, ou o da raiva... mas o clipe de Britney provoca algo diferente para os padrões do pop: tristeza.
Ao invés de focar a história na própria cantora, o clipe se passa com a felicidade dos amantes, e é o contraste destas cenas com as cenas picotadas em que vemos a Britoca sofrendo em silêncio e sozinha é que dá o tom triste da produção. Afinal, nós sempre teremos a tendência de simpatizar mais com o lado dela da história do que com o da 'who'.
Um dos lançamentos mais comentados deste fim de ano tem sido os videoclipes de Katy Perry. Roar foi um sucesso indiscutívuel, assim como está sendo seu mais recente clipe Unconditionally.
O clipe é muito bonito e conta com uma produção bem detalhada e muito bem cuidada. Ele é muito gostoso de se ver e, assim como o álbum do qual se origina, Prism, tem a capacidade de encantar diversas gerações.
Katy cita “Lições Perigosas” e “Anna Karenina” como referências para o clipe, mas também é indiscutível que existe parte do que costumamos chamar de 'magia da Disney' nesta produção. Brent Bonacorso, diretor do vídeo Unconditionally, diz que queria capturar um “mais misterioso, elegante e sofisticado mundo para viver...", o que, em outras palavras, da forma como foi feito, pode ser descrito como "o maravilhoso mundo de Disney", parafraseando o prórprio comercia da produtora. Ainda segundo Brent, "seria menos sobre um período de tempo e muito mais sobre a criação de uma impressão e um sentimento.”
Ou seja, o ambiente de cores frias, o gelo, constrasta com o salão de baile, de cores frias, que tem seu símbolo máximo a cama centralizada ao fundo e o fogo que nela surge. No caso, o diretor coloca Katy em dois ambientes antagônicos que simbolizam seu estado de espírito em dois momentos distintos. Estes estados de espíritos dialogam através da batida de carro, que se transforma em flores.
Sobre esta cena ponte, Brent afirma que uma vez descreveu "a experiência de se apaixonar como ser atingido por um carro; de repente seu mundo é violentamente e dramaticamente mudado. Ele bate em você do nada”, então ele compartilhou isso com Katy "e ela realmente amou esse conceito e se imediatamente se identificou com isso, que ela se sentiu da mesma forma.”
Quanto às flores, ele explica que “é um símbolo de alegria, apenas aquela alegria que está incluída no amor, aquela explosão de cores, aquela explosão de coisas maravilhosas... O carro de choca e a explosão de flores acontece simultaneamente.”
No clipe as mulheres estão de longo e os homens vestem trajes militares e imperiais de gala. O clipe ganha uma beleza ímpar, em grande parte, por esta combinação de trajes, que hoje em dia parece tão diferente, mas que, na verdade, remonta à origem real das roupas de gala que as mulheres vestem hoje em dia em grandes eventos. O terno e gravata, que os homens vestem hoje em dia, derivam de vestimentas de gala burguesas, por isso em nossas festas mais requintadas existe, um grande hiato entre o alto nível de encantamento das roupas das mulheres e do alto nível de discrição das vestimentas masculinas, o que não ocorre em Unconditionally, em que o nível de encantamento das vestes de ambos os sexos são elevados.
Vida de artista independente não é fácil, que o diga Juan Solo, que precisa contar com a ajuda de seus fãs para lançar seu álbum. Mas para um vídeo de re-estreia, depois de tanto tempo sem lançar nada, o video clípe do Ucker, agora Duke Christopher, choca as espectativas dos fãs pela sua simplicidade!
O video basicamente se resume no Chris tocando em um estúdio, com uma foto de um vale com uma vegetação seca ao fundo. A produção ganha pontos pelo dificil trabalho de iluminação do cantor para poder harmonizá-lo com o fundo. A direção de fotografia também ganha pontos por ter permitido o uso de 'câmera na mão' em determinados momentos, para dar alguma sensação de movimento ao clipe. Mas no total, tanto o Duke quanto sua produção pecam por não terem se valido da criatividade para construírem um vídeo mais dinâmico.
Quanto a música, ela é linda e ficou perfeita na voz do cantor. O bom do vídeo ter saído tão simples é que a música salta em termos de importância neste clipe. E por falar em música, abaixo do clipe, segue a letra pra você aprender a cantar!
Demi Lovato lançou dois videoclipes recentemente: Let It Go, versão pop da música do filme Frozen, e Neon Lights.
O clipe de Let It Go é muito bonito e mostra uma Demi bem segura de si. Ele vai agradar tanto quem gosta de cores quanto quem prefere uma coisa mais dark. Na verdade ele começa sombrio e só ganha cores no final, logo, dependendo do tipo de coisa que você goste, vai preferir mais o início do que o final. É claro que o clipe tem cenas do filme e ele conta a história de forma bem completa.
Já o clipe de Neon Lights, obviamente, é muito mais a cara da Demi. E ele é lindo. E, obviamente, tem muitas luzes neon. O clipe se passa em uma boate, onde as pessoas dançam envolvidas por luzes e cores neon. O efeito final é muito bonito e, apesar do lugar comum "boate" ficou muito interessante a proposta da produção. Existem também momentos de sensualização que lembram um pouco os clipes mais recentes de Usher, e esta comparação é um elogio, visto que ele é o cara que vem trazendo as melhores propostas visuais em termos de videoclipes ultimamente.
Se o nome da música, Pasito Tun TUn, já te remete àquelas músicas brasileiras que levam "passinho" no nome, saiba que você não está enganado. E sim, apesar disso, PeeWee vem com esta proposta para o natal... no mínimo ousado!
A música tem uma levada bem regional, o que gera uma certa agonia em amantes do pop que venham a querer esta canção. Mas enfim, se você está cansado das músicas de natal de sempre naqueles encontros de natal habituais de dezembro, Pasito Tun Tun para se inovar e provocar algumas gargalhadas ou estranhamentos na sua familia.
O video é todo em preto e branco e não possui diálogo nenhum, apenas uma musicalização bem emocionante que acompanha todas as imagens do curta.
Quem também participa do clipe, contracenando com a Selena, é o gatíssimo Shiloh Fernandez, que já fez o filme A Garota da Capa Vermelha. A direção do curta é assinada pela própria fotógrafa que fez o ensaio, a Victoria Mahoney.
O clipe é basicamente a filmagem de uma apresentação de Taylor com Gary. É interessante mas não encanta.
Sinceramente o Fan Fit prefere o resultado da parceria da Swift com o Ed, que gerou o clipe de Everything Has Changed.




